terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Prólogo [série Duartão]

Muito bem, hoje falarei um pouco sobre uma série de posts que pretendo iniciar. Neles contarei histórias com a participação do meu paizão.

Já faz um tempo que eu vinha com isso na cabeça e acredito ter conseguido escolher as melhores histórias do Duartão.

Vou deixar tudo salvo e postar uma vez por mês, pois assim garanto alguma atividade no blog mesmo que a inspiração ande em baixa ou eu esteja sem tempo para escrever.

Apesar de ser uma série, eu não vou colocar marcador nenhum. É que eu os considero meio inúteis quando o blog tem uma busca - e esse gadget do Compulsivo é bastante eficiente... melhor do que aquele disponibilizado pelo próprio Blogger, aliás. Haverá [série Duartão] em todos os títulos, logo não será difícil de achar nenhum deles.

Gostaria registrar que a ideia de fazer essa série foi surrupiada do Iudú, blog do Cayo Candido. No mesmo eu recomendo a série saco-cheio e as tirinhas que ele desenha. Ah sim, também teve um certo post da Jenny Taylor (que me levou às lágrimas ¬¬") que reforçou a ideia da série.

Aqueles que acompanham esta alta concentração de mau humor digital devem se lembrar (ou não) que eu já andei falando do Duartão. O post não é dos mais felizes, mas eu o escrevi num dia meio trash - esse dia sempre vai ser um pouquinho trash pra mim. =/

Agora, um panorama geral só pra vocês sentirem como era a delicada figura do Duartão: fisicamente grande, debochado, muito bom (porém, não tonto), inteligente pra cacete, santista roxo, divertido, comilão, um tanto genioso, ouvia samba velho e sertanejo raiz (assisti muito Viola Minha Viola com ele), não era chegado a estudar e o Ministério da Saúde recomendava que não pisassem no seu calo.

Pois bem, agora chega. Esse prólogo tá mais pra prolegômeno de tão grande. Mas antes, um Drops-Duartão (só pra mostrar como eu sou parecida com ele =P):

Estávamos trabalhando num sábado (UHUUU, que ANIMADO!) em um evento organizado pela chefa. Trabalhamos feito uns camelos durante aquela semana, mas no sábado mesmo foi até tranquilo. Deu pra ver umas palestras, além de receber as pessoas, vender livros e informar onde era o banheiro.

O melhor, principalmente para quem ficou do lado de fora do anfiteatro, era a possibilidade de comer praticamente o dia todo. O evento durava em torno de 10 horas, por isso haviam vários horários de refeição programados. Café-da-manhã, coffee break, almoço e outro coffee break. O pessoal do buffet contratado deixava tudo lá entre um horário e outro. Era só pegar a vontade. Mas também, se não pudesse, nós tínhamos o Poder: camisetas e crachás do staff! Rá! (y)

No café-da-manhã havia vários tipos de bolachas. E bolacha tem farelo. Pombas, a vida inteira eu fui tagarela. Como raios eu ia ficar tomando cuidado com a minha roupa? Tava aproveitando o momento de calmaria, batendo o maior papo com a Pri e a Amanda e quando vi, já estava de farelo até o pescoço... e dentro do crachá também. ¬¬"

A Pri ficou um tanto passada. A Amanda ria. E eu imediatamente me lembrei da Zazá. Minha tia, irmã mais velha do meu pai, certamente diria: Aaaaaahh, mas a genética não nega, mesmo! Olha só filha de quem que conseguiu fazer isso!

Hun... pois é, Zazá. Isso é só pra quem pode, não pra quem quer. =P

Estabanados do mundo, uni-vos! Se você não riu, problema seu. Se bem que quando eu conto isso pessoalmente fica mais engraçado, mesmo... =/

Bom, também foda-se. Fiquem ligados para mais habilidades inatas e as artes que o Duartão aprontava desde moleque. ;)

6 comentários:

Diego Blanco disse...

Eu estou esperando ansioso os posts sobre seu pai, amor!
=D

Agora, uma vez por mês é fazer sofrer heim, colega?

Ana Duarte disse...

Hahahaha! Doce como sempre, né moço?

Sabe como é... não posso usar todas as histórias de uma vez e preciso de um trunfo pra garantir o blog ativo.

A do próximo mês já está quase pronta. Mas a de julho será especial!

Caixa de Pandora disse...

#EuRilitros!
Adoro essa história, jurooooo!
E não vejo a hora de ver as outras!
=)

marcoslancha disse...

Mto bom!! Eu ri mto, principalmente pq consigo ver vc contando a história e me lembro de váarias outras parecidas!!!! hehehe
Bjo!!!

Ana Duarte disse...

Aguardem, em breve ÓTEMAS histórias! E Amanda, eu revi seu comentário no outro post sobre o meu pai. A história que você (e eu também :P) se refere é a do especial de julho.

E as pessoas com as quais eu tenho um pouco mais de intimidade merecem um prêmio. PQP, há quanto tempo vocês me aguentam falando, falando e falando? Olha, se o céu existir, vocês terão um lugar lá... mas como deve ser um ambiente muito chato e solitário - pois eu DUVIDO que encontraria meus amigos lá - acredito que vocês optem por me fazer companhia em outras moradas! :P

Dotôra disse...

Poooo Anaaa!!!! Vc ta me matando de curiosidade ja!!!! Se as histórias do seu pai forem mais engraçadas que as suas eu vou chorar demais de rir!!!