domingo, 16 de janeiro de 2011

Cher [série Duartão]

Ae, povo!! Feliz ano novo! Em 2011 o Resmungos Precoces comemora seu segundo natalício e eu finalmente me formei na faculdade. Comemoremos!

Mas hoje é dia do post do Duartão e eu sou mesmo uma filha desnaturada, pois quase esqueci desse detalhe. Enfim, vamos ao que interessa.

É mundialmente sabido que meu pai não era dado a estudar, mas era inteligente pra cacete. E tinha lá sua sabedoria também. Ele só não tinha muita modéstia. Duartão gostava de zoar que era o Super. Aí eu comecei a assistir um desenho chamado Super Patos (ou Mighty Ducks, no original) e ele dizia "o quê? Os patinhos da lagoa são super agora? Então eu sou o Super-Super!" Sim, eu ficava puta e me recusava a chamá-lo de Super. Mas hoje eu comprovei que ele de fato era o Super-Super.

Como? Muito simples: ele era tão foda que as coisas que ele falava se aplicam até a Mãe do Tempo, vulgo Cher.

Tava aqui conversando com o Diego sobre o filme novo da Cher, Burlesque, onde ela contracena com a Christina Aguilera. Ele tava comentando uma coisa ou outra que viu e mencionou que a Cher tá toda bonita, com a cara esticada de tanto botox e tal e começou a falar das mãos dela. Aí eu pensei "Duartão dizia que as mãos denunciam a idade de qualquer mulher". Terminei de pensar e o Diego manda algo como "mas as mãos eram aquela coisa horrível!!".

Ponto pro Duartão. Só o Super-Super pra desvendar a falha da conservação em formol da Cher e ainda denunciar a idade de zilhões de anos dela. Particularmente, imagino a Mãe do Tempo com mãos de Dementador.


PS: post mais cheio de referências da história do blog, eu imagino. Se você não conhece algum dos termos marcados em itálico, isso é problema seu. O Google existe pra isso. Larga de ser preguiçoso e vai lá procurar. Morra, grata.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Natal [série Duartão]

Eu não sou muito fã de Natal. Recentemente o Mr. Noin escreveu um ótimo texto sobre Natal e concordo com quase tudo dele. Se bem que sou obrigada a dizer que este ano meu humor com essas coisas nem anda tão ruim.

Ah sim, e o Duartão detestava essas porras de festas de final de ano. Sempre me lembro dele quieto num canto. Acho que ele também concordaria com o texto do Mr. Noin.

Também me lembro do último Natal que passei com ele. Foi meio sui generis, pois passei em casa, com meus pais, meus avós paternos e parte da família da minha mãe. Não sei porque caralhos teve tanto doce em quantidades tão cavalares como naquele ano. Precisaria da China inteira pra dar conta de tudo aquilo.

Minha avó repete repete (sim, duas vezes, pois ela repete MESMO isso à exaustão ¬¬) o comentário dele "ano que vem vamos fazer menos coisa". Ele estava curiosamente receptivo ao Natal naquele ano. E não chegou no Natal seguinte.

Quando ele morreu eu já não me animava muito mais com o Natal. Depois que ele foi embora passei a me animar menos ainda. Me lembro de coisas que ele implicava e acabo implicando também. Me lembro daquela figura grande e gorda - por que você acha que eu o chamo de Duartão nos posts? - e me dá uma saudade enorme dele. =/

Mas chega dessa viadagem. Frescura e Natal não combinam comigo e muito menos com o Duartão. Em janeiro retornaremos com a programação de deboches tradicional. Não perda!

E como Natal pra mim só é bom mesmo pra comer rabanada, me dedicarei a esta atividade com afinco! :F

Boas festas! =D