Tá, eu sei, hoje é dia de post do Duartão. Só que amanhã é aniversário da minha mãe, então vou aproveitar pra contar uma história com os dois. =)
Já contei que eles se conheceram de forma muy romântica? Foi em um boteco (de um cunhado da minha mãe, mas ainda um boteco) e eles desembestaram a discutir falando mal um da cidade natal do outro. Bonito, né? Juro, não sei como deram certo... ou quase isso.
Enfim, mamis nunca soube dirigir. E eu não faço ideia de por que cargas d'água um belo ela pediu pro meu pai ensiná-la. Eu era bem pequena, devia ter entre 3 e 5 anos aproximadamente e lembro que estávamos na rua do Bar do Vô Madeira (a.k.a. boteco onde os dois se conheceram), um lugar bem tranquilo e bom pra aprender a dirigir.
Óbvio que o Duartão deu algumas orientações iniciais... não que elas tenham servido pra algo. Ainda bem que a rua era larga e não tinha nenhum carro passando, porque a Bezinha foi de uma calçada a outra em segundos, por pouco não entrou na traseira de um que estava estacionado e quase batemos (sim, nós, pois eu também estava com eles) em um poste. Quase. Ainda bem que o Duartão puxou o freio de mão a tempo.
Ela gargalhava, ele tava puto e eu... Devo ter achado graça, também. O melhor foi a Bezinha perguntar "mas pra que serve aquele pedal ali?" apontando pro pedal do meio, ou seja, pro FREIO ¬¬. Ele xingou de puta que pariu pra baixo, lógico. E os dois desistiram dessa história dela aprender a dirigir. BEM mais seguro ela permanecendo no bando do passageiro.
Agora vou lá providenciar o presente de aniversário da Bezinha. Aliás, valeu Di! Você me salvou de novo com a luz do que diabos presentear pra minha mãe!